quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O grande valor da humildade, segundo as Escrituras. 


Humilhai-vos na presença do Senhor e ele vos exaltará.
Comprometimento do Senhor Deus, em Tiago,  4.10.

Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:


http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27


Sendo ele, Jesus, de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de servo.  Revelações do Espírito Santo de Deus, em Filipenses, 2.5.

Na sua grande humildade,como sempre para dar o exemplo, enquanto seu curto tempo na Terra Jesus foi colocado por Deus Pai menor que o menor dos anjos do Céu, apesar da resistência contra de pastores  evangélicos e de clérigos católicos, pois se Está Escrito Verdade de Deus incontestável. Tal situação foi absolutamente necessária para que ele pudesse cumprir sua missão de ter seu sangue derramado para abrir os Portais do Reino de Deus aos justos, que se dará no Grande Dia em que ele Voltar, fechados para a humanidade desde o pecado de nossos pais Adão e Eva.

O Evangelho nos revela que Jesus na Terra foi colocado menor que os anjos:

“...vemos, todavia, aquele que, por um pouco, tendo sido feito menor que os anjos, Jesus, por causa do sofrimento da morte, foi coroado de glória e honra, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todo homem”. Hebreus, 2.9.

“Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos, De glória e de honra o coroaste, E o constituíste sobre as obras de tuas mãos”     Hebreus 2:7

Por certo, hoje, Jesus é superior aos anjos e está à direita de Deus por ter cumprido sua Missão com altos méritos, mas ele foi feito menor que os anjos, temporariamente, no minúsculo tempo de sua vida aqui na Terra se comparado com a Eternidade, para experimentar o sofrimento e para morrer no lugar do homem pecador.

 Jesus desceu à Terra e tornou-se menor que os anjos para nos alcançar, para poder sofrer por nós nos habilitando ao Reino de Deus se fizermos por merecer!

E foi nesse tempo curtíssimo que Maria gerou a Jesus homem menor que os anjos, não a Jesus Deus, mesmo porque ninguém jamais poderia ter tentado a Deus no deserto. Ninguém jamais poderia ter cuspido em Deus; ter chicoteado Deus; ter injuriado Deus; ter zombado de Deus; ter dilacerado a fronte de Deus com uma coroa de espinhos; ter desnudado Deus; ter crucificado Deus, nem ter sepultado Deus.  Deus jamais poderia ter sido morto ou ressuscitado tampouco Deus jamais poderia nascer do ventre de uma mulher, sua criação. Por isso mesmo, necessariamente, Jesus foi colocado na Terra  menor que os anjos.

 http://jesusmenorqueosanjos.blogspot.com.br/



Uma parte dos pastores indignou-se comigo, afirmando que Jesus na Terra sempre foi Deus. Ora, além dos versos colocados acima, que provam que Jesus não poderia ser Deus na Terra, a maior das provas é que Deus jamais poderia ter ficado APAVORADO -- e com razão -- ante ao imenso sofrimento profetizado para o dia seguinte. Se Jesus fosse Deus na Terra não teria clamado a Deus Pai, pedindo socorro:

“E tomou consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, e começou a ter pavor, e a angustiar-se.  E disse-lhes: A minha alma está profundamente triste até a morte; ficai aqui, e vigiai. E, tendo ido um pouco mais adiante, prostrou-se em terra; e orou para que, se fosse possível, passasse dele aquela hora. E disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres”.   Marcos 14:33-36




O Messias veio, também, para revelar que os caminhos trilhados pela humildade são justamente aqueles que conduzem à vitória final, a única que importa, a que não depende dos homens, mas foi nos trazida pela Justiça de Deus, mas que só acontecerá na consumação dos séculos.

Jesus foi o retrato da humildade e da simplicidade. A sua humildade já havia se manifestado muito antes de seu nascimento, pois não se preocupou em nascer de uma descendência constituída de homens e de mulheres de procedimentos ilibados ou de casta nobre. 

Em meio aos antepassados de Jesus havia homens e mulheres que, apesar de suas falhas, viveram comprometidos com o Senhor Deus -- sim como Abraão, Davi e outros.  Mas nesse rol dos descendentes de Cristo, veremos (Mateus, 1.1 e seguintes) que havia desde mentirosos, adúlteros, baderneiros, invejosos, assassinos, praticantes de culto a ídolos, como Salomão e até mesmo participantes de incesto.  Como tinha de descender, obrigatoriamente, da prole de Jacó, para que se cumprisse a aliança do Criador proposta a Abraão, o Pai não se preocupou em fazer nascer o Filho descendente do ilustre José (também filho de Jacó), um vencedor que, de escravo, surpreendentemente, chegou à posição de vice faraó do fabuloso Egito.

O Senhor escolheu para antepassado de Jesus o sombrio filho de Jacó: Judá. Depois de planejar, por pura inveja, o assassinato de José, seu irmão caçula, Judá acabou participar na tentativa de assassinato de José, e depois na venda aos madianitas como um reles escravo.  Judá, em cumplicidade com seus irmãos,  viria, ainda, trazer grande amargura à casa de Jacó, seu velho pai, ao incorrer em falso testemunho quando participou a ele que o adolescente José havia sido estraçalhado por feras. E assim, sem se importar em vir ao mundo como personagem de uma descendência santa, Jesus nasceu fora do lar, numa humilde cidade e num local muito impróprio para uma mulher dar à luz.

No início, Jesus foi um enjeitado, o que fazia parte intrínseca da sua destacada humildade.  Jesus foi um enjeitado ainda no ventre de sua mãe Maria. Na cidade da Belém daqueles dias de recenseamento obrigatório, não havia um só quarto vago em hospedarias e não houve um só hóspede ou senhorio que se compadecesse da delicada situação de Maria, cedendo um quarto a ela, visivelmente em final de gravidez.  

Ao invés de escolher uma era tecnológica -- na qual poderia ter registrado a sua imagem e a sua voz ou colocado mensagens na Internet --, Jesus veio numa época de sociedade pastoril, onde só pôde  pregar a poucos de cada vez.    Para aumentar, ainda mais, o quadro da humildade de Jesus, ele veio justamente na época em que a Judeia de todos os judeus sofria com a invasão romana, que se valia da  força da lança e da espada.

Diferente de hoje, onde vemos uma parte da Igreja incentivando sem-terras e os sem-tetos para que tentem tomar o bocado de terra ou de edificações que nunca possuíram, mesmo que seja apenas dos excedentes de riqueza dos muitos ricos ou dos governos, contudo, Jesus JAMAIS incentivou qualquer pobre para que se rebelasse contra os ricos, nem mesmo que os escravos humanos se rebelassem contra seus senhores e até mesmo que os judeus se revoltassem contra os opressores romanos

Na Verdade, Jesus não disse uma só Palavra contra os invasores Romanos. Qualquer manifestação de força contra os ricos e contra os governos, e até mesmo contra os opressores, não pertencem ao Evangelho de Jesus, da Justiça de Deus.


Cristo nasceu num estábulo malcheiroso, ainda assim, de favor, e suas primeiras visitas de recém-nascido foram as de humildes pastores, e logo após de magos estrangeiros.  Entrou em Jerusalém montado num pequeno burrico emprestado.

  Ajoelhou-se ao solo, fazendo questão de lavar os pés dos seus apóstolos ­­para demonstrar vivamente a importância da prática da humildade (João 13.4).  Escolheu, para seus discípulos aprendizes e propagadores de suas obras, homens humildes, rústicos, desprovidos de bens, de cultura e cheios de defeitos.

A vida de Jesus tornou-se uma perfeita escola de humildade.  Durante a sua vida pública tornou-se um andarilho, não possuiu casa nem outros bens materiais.

  Acercou-se dos  pobres,  dos doentes, dos renegados, das prostitutas e, da chamada ralé desprezível e, passando por cima da lei, até tocou os leprosos, curando-os, a mais detestável escória humana da época. Dormiu muitas noites ao relento; hospedou-se em lares desprovidos de conforto e comeu da mesma comida dos pobres.  Jesus viveu sempre de favores, mas nunca reclamou.

Joana, uma rica mulher, casada com Cuza, procurador de Herodes, usava seu dinheiro assistindo a Jesus e seus apóstolos na propagação da boa nova.    A Palavra, em Lucas,  8.3.

‘Eis que vos envio para o meio de lobos. Não leveis nem alforjes, nem sandálias, nem duas túnicas...’.   Lucas, 10.3.

‘Tendes aqui alguma coisa para comer?’.  Perguntou Jesus aos seus discípulos, em Lucas, 24.41.  ‘Não’, responderam eles.

‘Não possuo nem prata nem ouro, mas o que tenho eu te dou: Em nome de Jesus, o Nazareno, levanta e anda’.  Atos, 3.6

“Permanecei na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem; porque digno é o trabalhador do seu salário. Não andeis a mudar de casa em casa.  Quando entrardes numa cidade e ali vos receberem, comei do que vos for oferecido”. Jesus e a humildade que deve ter todo cristão, em Lucas 10.7.

Em nome da humildade, Jesus emprestou uma sala, com pouco mobiliário, para realizar a sua última refeição com seus amigos.  Antes de ser morto, foi despido até de suas vestes e martirizado entre dois malfeitores.  Além da dolorosa crucifixão que só era destinada aos piores criminosos, colocaram na cruz uma inscrição zombadora, nomeando-o rei dos judeus, para humilharem-no, para rebaixarem-no a ponto de compará-lo aos proscritos, aos loucos, e para que não fizesse seguidores de suas idéias. Quando retiraram Jesus da cruz, não tinha túmulo para ser sepultado e tiveram de sepultá-lo num emprestado.

Quanto entrou em Jerusalém para ser glorificado, como estava profetizado em Zacarias 9:9, usando momo montaria um burrico, quando poderia ter optado por um fogoso Cavalo.

Quando ressuscitou, fato fastigioso ao extremo, Jesus não se importou em revelar-se ressuscitado, primeiramente, aos grandes do mundo, ou de forma ostentosa, mas, sim, sem pompa, a uma ex-prostituta a quem havia convertido.

 Na sua primeira pregação, a que chamamos o Grande Sermão do Monte, Cristo já havia destacado, com ênfase, a importância da humildade, do pacifismo e da mansidão. Na época, humildade e mansidão era coisa de fracos, pois vigorava a lei da fratura por fratura, olho por olho e dente por dente, mas Jesus veio, também, para destacar a importância da virtude da humildade, da mansidão e do não enfrentamento, virtudes fortes perante o céu, que se tornaram parte ativa do cristianismo. Para destacar a mansidão, a passividade, além do exemplo das crianças em Mateus, 18.3, Jesus escolheu como símbolo pessoal o cordeiro, o Cordeiro de Deus. Sabemos que o cordeiro é o mais manso dos animais. Deixa-se tosquiar mansamente.

 “Bem aventurados os humildes,  os mansos,  os que têm um coração de pobre, porque serão chamados filhos de Deus,  possuirão a Terra,  e deles é o reino dos céus”. Comprometimento de  Jesus, em  Mateus,   5.

Eis os preceitos de Deus que ressaltam o valor da humildade:

“Eu te bendigo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos”.     Revelações de  Jesus sobre a humildade,  em   Mateus,   11.25.

 “Todo aquele que quiser tornar-se grande entre vós, que se faça vosso servo”.
 Preceitos de  Jesus sobre a humildade,  em  Mateus,  20.26.

... Abraão continuou:   “Não leveis a mal, se eu ainda ouso falar ao meu Senhor, embora eu seja pó e cinza... A humildade de Abraão,  em  Gênesis,   18.27.

O temor do Senhor é uma escola de sabedoria.  A  humildade precede a glória.
Preceitos  do  Senhor Deus sobre a humildade, em  Provérbios,   15.33.

Respondeu o centurião  a  Jesus: “Senhor eu não sou digno de que entreis em minha  casa, mas dizei uma só palavra e meu servo será curado”. 
A humilde do comandante romano,  em  Mateus,  8.8.

Vivei em harmonia uns com os outros.  Não vos deixeis levar pelo gosto das grandezas;  afeiçoai-vos com as coisas modestas.  Não sejais sábios aos vossos próprios olhos.      
Preceitos do Senhor Deus sobre a humildade, na Carta aos  Romanos,  12.16.

“Aquele que se fizer humilde como esta criança, será o maior no reino dos céus”.
Revelações de Jesus sobre a humildade,  em  Mateus,  18.4

“Em verdade vos declaro: Se não vos transformardes e vos tornardes como criancinhas, não entrareis no reino dos céus”
Jesus, em Mateus, 18.3, revelando que as crianças, não só são puras, inocentes, passivas, sem julgamento, mas elas são, também, sempre dependentes dos adultos e, por isso, os que querem salvar-se devem ser sempre inteiramente dependentes de Jesus.

Uma vez, uma abastada senhora que completava o acabamento de sua nova e bela residência, visivelmente irritada, mandou arrancar todas as luxuosas peças sanitárias recém instaladas nos banheiros e no lavabo, substituindo-as por outras,  ao tomar conhecimento de que os pedreiros haviam feito uso delas para necessidades fisiológicas, fato normal em construções.  Bastaria apenas um pouco de sabão e água fervente para deixar as belas peças esterilizadas.  Todavia, aquela senhora, na sua arrogância, soberba e impiedade, esbanjou recursos e esnobou luxúria além de  humilhar, consideravelmente, os que construíram sua casa, demonstrando ausência de qualquer resquício de tolerância e de humildade.

Também como exemplo ao contrário da humildade, uma jovem bem postada na vida, ao desfazer-se de suas roupas e sapatos que não mais queria usar, mesmo estando ainda em perfeito estado, cortava tudo antes de lançar ao lixo, pois não aceitava que outras pessoas pudessem vestir ou calçar tudo o que ela tinha usado.





Aqueles que se consideram superiores aos demais, apenas por serem abastados, famosos, filhos de ricos, de autoridades, poderosos ou descendentes de nobres, são arrogantes, andam sempre de queixo erguido e, por isso, praticado o orgulho e a soberba, parece que nos olham sempre de cima e agem como pretensos semi-deuses terrestres. São altamente egoístas e exibicionistas; só sorriem e só se envolvem com os que formam a sua própria classe social. Esses, que só vivem pelas coisas temporais -- que graças a Deus formam apenas uma parte-- se esquecem de que esse nosso corpo, matéria perecível, foi formado para receber o espírito  e que a vida desse corpo é deve ser absolutamente destinada ao enriquecimento desse espírito.

Contudo, se por orgulho, por soberba, por arrogância, por prepotência ou por comodismo, qualquer ímpio que  ignorar essa regra que não tem exceção, porque foram ditadas pelo Criador, receberá dele a maldição.

“A mim pertence a vingança e darei a cada um que a merecer”.              
A Justiça do Senhor, em Hebreu, 10.30.

A prática da verdadeira humildade permite ao homem desligar-se das glórias, das honrarias e das riquezas da Terra, e viver exclusivamente em virtude de um prêmio extremamente maior:  a grande promessa da eternidade num reino de sonhos indescritíveis.

Humilhai-vos na presença do Senhor e ele vos exaltará.
Comprometimento do Senhor Deus, em Tiago,  4.10.

Para praticar a humildade não é necessário vestir-se de sacos, ungir-se de cinzas, andar de sandálias ou com o semblante tristonho. Não é necessário viver numa choupana e só comer gafanhotos.  Não é só dizer sim ao próximo, quando se deve dizer não ou vice versa ou mesmo nos nomearmos como humildes -- porque só essa afirmativa já turva, já embota a própria essência da humildade quando auto-apregoada.

Jesus viveu a humildade ao ponto da perfeição.  Na verdade, tornou-se a própria humildade, todavia, nem por isso deixou de expulsar, com chicotes, os mercadores do templo, ou de criticar drástica e até mortalmente a hipocrisia farisaica, bem claro em Mateus, capítulo 23, ou até mesmo de chamá-los de filhos do diabo. Da mesma forma, não deixou de repreender seus amigos e de fazer pouco ao rebaixar César, imperador romano, a rei de nada perante o céu, ao dizer  “Dai a César o que é de César”.  Contudo, mesmo sendo a imagem da humildade, da simplicidade, nunca se nomeou um homem humilde.

Quando  os fariseus acusavam falsamente de ele, Jesus, estar a violar os sábados, mesmo apenas a estar realizando curas e outros prodígios aos sábados, nomeou aqueles fariseus e ontem e de hoje como filhos de Satanás:

“Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira”. Jesus, em João, 8.44.

Os tais filhos do Diabo, que acusavam Jesus de violar, de trabalhar aos sábados, ele revidou respondendo que apenas APARENTAVA ISSO:



“Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”.  Jesus, em João 7:23 a 24

A  verdadeira humildade tem de estar presente a todo o momento, em todos os nossos atos.  Pode-se viver numa favela, vestindo-se mal, comendo-se mal, e não viver a humildade, a simplicidade, como também, pode-se viver numa bela casa, ser rico e a despeito disso viver a humildade. Embora seja extremamente mais viável, a humildade não tem, necessariamente, de conviver somente com o estado de pobreza.

A humildade permite uma constante avaliação pessoal dos nossos procedimentos diários, permitindo a correção quando houver erro. A humildade evita confrontos de todo tipo e suas conseqüências e ainda nos permite viver felizes no estado em que nos encontramos,  em qualquer degrau social de acordo com o padrão em que vivemos.  Pode-se ser um vencedor, um privilegiado, um abastado e praticar a humildade se houver a renúncia dos pecados da arrogância, do egocentrismo, do egoísmo, do exibicionismo, da luxúria, do orgulho, da vaidade, da superioridade, da prepotência e do narcisismo.

Para deixar o exemplo a nós outros (mas poucos o praticam), Jesus demonstrou a grande importância da humildade ao lavar os pés de seus amigos apóstolos e nos pediu para fazer o mesmo antes das representações do Grande Sacrifício do Cordeiro comendo pão e tomando vinho, como na última ceia com seus apóstolos.


.Antes de comerem o pão e o vinho, Jesus cingiu-se com uma toalha e lavou os pés de cada um de seus seguidores. Legou-nos esse exemplo:

“Depois de lhes ter lavados os pés, tomou as vestes e, voltando à mesa, perguntou-lhes:  Compreendei o que vos fiz? Vós me chamais de Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou.  Ora, se eu, sendo Mestre e Senhor, vos lavei os pés, também deveis lavar os pés uns dos outros.  Eu vos dei o exemplo para que, com eu fiz, façais vós também”. João, 13.12 a 15.

Portanto, antes da divisão do pão e do vinho, que significavam Jesus, o Pão do Céu por inteiro, o Verbo de Deus por inteiro; que representa a necessidade da vivência de TODOS os preceitos do Evangelho, todos aqueles os que prezam a cerimônia da divisão do pão e do vinho, terão, antes, de lavar os pés uns dos outros, demonstrando a mesma humildade de Jesus, pois isso ele assim o pediu, solenemente. Não adianta um bispo, um cardeal, ou mesmo um papa, apenas uma vez por ano, e sob a luz dos holofotes das TVs, lavar os pés de um pequeno grupinho escolhido.   Jesus não mandou Pedro, o “primeiro papa” representar a todos, lavando os pés de poucos, mas foi claro, dirigindo-se a todos do mundo e por todas as gerações: 

“Eu vos dei o exemplo, agora lavai os pés uns dos outros”. João, 13.12 a 15.

Não sou adventista, mas antes da distribuição do pão e do suco de uvas representando o Grande Sacrifício do Cordeiro de Deus, as mulheres lavam os pés entre si, assim também como os homens, cumprindo, assim, o pedido de Jesus.

Quem não tem a oportunidade de lavar os pés uns dos outros, que realize a caridade do amor de 1 Coríntios, capítulo 13..

A humildade verdadeira e a simplicidade permitem a prática de todos os preceitos concernentes ao amor ao próximo, à caridade, `servidão, claramente detalhados na Nova Mensagem.  Dentre esses preceitos, a virtude da tolerância é a mais difícil de ser praticada, porque a palavra já diz: tolerância, e essa virtude tem de estar presente em todo lugar, em cada momento, em cada situação de relacionamento com qualquer semelhante! 

Benditos sejam esses nossos semelhantes que nos aproximam de Deus!  Por que só é possível amar a Deus quando antes em nossos atos cotidianos demostramos amor e servidão aos nossos semelhantes, emanação de Deus.
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Waldecy Antonio Simões.    walasi@uol.com.br

Todos os meus escritos são livres para publicações, desde que os textos não sejam modificados.

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 Waldecy Antonio Simões. walasi@uol.com.br

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 “Então, no Reino do Pai, os justos resplandecerão como o Sol”.  Promessa de Jesus, em Mateus, 13.43